Quem brilhará mais no Jamor?
2012-04-28
Análise de Zezé Morais ao Quadro Masculino do Estoril Open 2012.
O Estoril Open é, para os portugueses, o “torneio da casa”, e merece ter uma especial atenção. Por isso, segue-se uma análise ao quadro principal (sorteado esta tarde) bem como uma introdução às principais figuras e uma perspetiva do que se poderá esperar no quadro principal masculino. Apesar da baixas de última hora que se fizeram sentir (entre elas Gael Monfils, Juan Ignacio Chela e Juan Carlos Ferrero), não é por isso que a 23º edição saiu dos estatutos de torneios ATP 250 mais fortes na terra batida, para este ano. Grandes nomes como o atual campeão Juan Martin Del Potro, o finalista de 2007 Richard Gasquet ou o campeão olímpico de pares Stanislas Wawrinka trarão certamente qualidade tenística aos courts do Jamor.
Juan Martín Del Potro: foi o atual nº10 do mundo o primeiro jogador confirmado para a edição de 2012 de um torneio no qual ergueu o trofeu na edição transacta, derrotando Fernando Verdasco numa final desapontante, tal foi o seu sentido unilateral. Se não contarmos com os dois embates disputados na Taça Davis (onde derrotou folgadamente Marin Cilic e Ivo Karlovic), o argentino chegará a Portugal sem ter jogado qualquer torneio de terra batida este ano, o que lhe poderá dar alguns problemas na adaptação ao ritmo de jogo imposto pela superfície. Tem feito uma excelente temporada e é uma constante nas últimas eliminatórias dos torneios em que disputa. O seu serviço é conhecido (e temido) e a sua direita fulminante quando jogada com profundidade é quase imparável. O pó-de-tijolo não é a sua melhor superfície de jogo (apenas 3 de entre os 10 títulos conquistados), no entanto o “cabeça-de-cartaz” desta edição tem boas chances de revalidar o seu título.
Quadro: Juan Martin Del Potro, fazendo parte do lote dos quatro primeiro cabeças-de-série, ficará isento de jogar a primeira ronda do torneio. Defrontará na segunda ronda o vencedor do embate 100% luso que opõe Pedro Sousa a Rui Machado, o que implica a possibilidade de o argentino repetir o encontro de 2011 frente ao único jogador que lhe havia “roubado” um set rumo ao título, ou então de enfrentar o atual melhor jogador nacional, que recentemente atingiu a final no Challenger de Roma.
Já nos quartos-de-final poderá ter encontro marcado com o Albert Montañes. O vencedor de 2010 e 2009 é um jogador muito perigoso sobre a terra-batida (tendo conquistado em toda a sua carreira 5 títulos ATP em 10 finais sobre tal piso) e que, jogando ao seu melhor nível, poderá causar problemas ao atual campeão.
Na meia-final o sul-americano poderá medir forças com Stanislas Wawrinka, 3º pré-designado, mas que apesar do mano-a-mano (2-2, sendo que Del Potro ganhou 2 dos 3 encontro sobre a terra batida) o vencedor do US Open deverá ultrapassar sem grandes ameaças, apesar de por vezes o suíço se sobressair com as suas pancadas na superfície do Jamor.
Para completar, Del Potro, tem um quadro bastante acessível, pois apesar de ter Robin Haase, Wawrinka e Montañes na sua metade, são grandes as possibilidades de atingir novamente a final no próximo domingo.
Richard Gasquet: Com a retirada de Gael Monfis (por lesão), outro francês ocupou o posto de 2º cabeça-de-série. Tal como Del Potro, também Gasquet pisará a terra batida do Jamor sem qualquer torneio disputado em tal superfície mas, e apesar de não ser o seu piso de eleição, revelando no entanto um bom desempenho em todos eles, possui mesmo assim um melhor desempenho quando comparado ao argentino (apesar de ter apenas 1 título, disputou 5 finais). O finalista de 2007 possuí, tanto na sua direita como na sua esquerda, uma técnica fantástica com movimentos bastante raros que irão certamente impressionar o público do Jamor, tendo a esquerda a uma mão como a sua arma mais letal.
Quadro: De entre as principais figuras, Richard Gasquet do mundo é aquele com algumas ameaças na sua metade. Enfrentará muito possivelmente Lorenzi na 2º ronda, um italiano que se tem destacado principalmente no circuito Challenger com 4 finais atingidas só este ano, e que poderá levar o ex-nº7 mundial á procura de algumas soluções mais complexas.
Caso vença, não terá grandes problemas até ás meias-finais, onde poderá enfrentar um Albert Ramos experiente no pó-de-tijolo, que atingiu recentemente a final no ATP 250 de Casablanca. Um confronto entre os principais cabeças-de-cartaz do torneio é um cenário bem possível, mas depende principalmente das exibições de Gasquet.
Stanislas Wawrinka: O suíço irá jogar pela primeira vez em Portugal, mas é seguramente um dos candidatos a erguer o troféu no Domingo. De entre os melhores jogadores em prova, Wawrinka é daqueles que mais tem apostado nos torneios de terra batida este ano. Nos 6 torneios que jogou, metade foram disputados sobre tal superfície, e onde o atual nº22 conta com duas meias-finais e os quartos-de-final em Monte-Carlo (onde curiosamente perdeu em todos os torneios para jogadores espanhóis, ditos “experts” neste tipo de courts). Tem, em toda a sua carreira, 2 títulos (de um total de 3) em 4 finais atingidas, o que lhe dá uma confiança acrescida para jogar no pó-de-tijolo, sendo portanto um jogador perigosíssimo. Possui um bom equilíbrio entre a sua direita e esquerda a uma mão, mas essa qualidade não se reflete no serviço, podendo-lhe criar alguns problemas quando do outro lado do court está um oponente com uma boa resposta ao serviço.
Quadro: Wawrinka poderá encontrar na nos quartos-de-final do torneio jogadores perigosos como Simone Bolelli, Igor Andreev ou Robin Haase, de modo que as meias-finais não serão nada fáceis de atingir. É teoricamente um os 4 cabeças-de-série com a menor probabilidade de atngir as meias-finais, sendo que é dos que terá um quadro teoricamente mais complicado. No entento, os problemas no serviço de Wawrinka são tão significativos quando o piso é a terra batida, não fosse o ex-nº9 mundial um jogador para ter em atenção em tal superfície, e por isso poderá deixar boa imagem nesta 23º edição do torneio.
Análise geral ao Quadro:
Existe alguns jogos bastante aliciantes que farão valer a pena ir ao Complexo do Jamor nos primeiros dias da semana. Ficou ditado um confronto entre Matthew Ebden e o bi-campeão Albert Montañes, e ainda que o espanhol poderá levar uma ligeira vantagem devido às condições do court, o serviço e a direita do australiano poderão definir encontro de maneira diferente.
Outro jogo a ter em atenção é aquele que opõe Robin Haase e Simone Bolelli. Haase vem de Monte-Carlo com algumas vitórias impressionantes e onde atingiu os quartos-de-final, mas irá na primeira ronda enfrentar o italiano que chega a Portugal com um título arrecadado no recente Challenger de Florianópolis, com resultados bastante satisfatório sobre a terra batida ao longo da carreira e com algumas armas no seu arsenal de pancadas que poderão mandar o 6º cabeça-de-série mais cedo para casa. Quem quer que vença irá muito provavelmente enfrentar na ronda seguinte outra dor de cabeça: Igor Andreev, que é também um jogador que poderá furar o quadro principal com algumas surpresas. Enfrentará na primeira ronda um jogador oriundo do quadro de qualificação, e a sua direita fulgurante levam-no a pensar que, pela sua posição no quadro, tem tal como Bolelli uma boa possibilidade de atingir os oitavos-de-final da prova.
Juan Martin Del Potro deverá passar as rondas sem problemas até á meia-final, ficando portanto um “ponto de interrogação” de quem será o seu oponente na penúltima eliminatória do torneio.
A segunda metade do quadro é teoricamente mais fraca. Denis Istomin deverá passar á 2º ronda sem problemas mas ficará em aberto a possibilidade de uma derrota antecipada frente a João Sousa ou Gastão Elias, a jogar diante do seu público.
Já Albert Ramos tem vindo a jogar ténis de qualidade e deverá ser uma presença nas meias-finais sem grandes dificuldades.
Os “da casa”
Frederico Gil foi o jogador escolhido para ajudar na realização do sorteio, e a mão de um português parece ter sido evidente. Isto porque pela primeira vez haverá dois duelos 100% lusos na ronda inicial do torneio. Rui Machado enfrentará, como já foi dito, Pedro Sousa para definir o oponente de Juan Martin Del Potro na ronda seguinte. Já o outro confronto opõe uma reedição do encontro relativo à primeira ronda de 2011, entre João Sousa e Gastão Elias, sendo que este último recebeu um convite instantes antes do sorteio (o tal convite que tentou ser atribuido a um jogador “Radical”, como o seu site de ténis perspectivou). Em 2011, João Sousa saiu vencido num encontro em que Gastão Elias foi forçado a retirar-se quando foi bombardeado por caibras. Este ano o vencedor defrontará no 2º ronda Paul-Henri Mathieu ou Denis Istomin, 5º pré designado. Já Frederico Gil ditou a sua própria sorte e terá o nº89 do mundo Bjorn Phau como primeiro oponente. A 2º ronda é, portanto, uma realidade bem possível. Será difícil ver-mos portugueses nos quartos-de-final, mas quer João Sousa quer Gastão Elias estão a fazer temporadas muito boas, de modo que quem passar á próxima ronda dará tudo para levar as cores de Portugal o mais longe possível no torneio.
Da nossa parte resta deixar a promessa de que acompanharemos a par e passo toda a ação do Estoril Open, com toda uma equipa focada no que se passara ao longo da semana no Complexo do Jamor. Recomenda-mos também a que adquira um bilhete e veja os jogadores mais de perto, assistindo a um ténis de qualidade bem perto de si. Boa semana e bons jogos!
Juan Martín Del Potro: foi o atual nº10 do mundo o primeiro jogador confirmado para a edição de 2012 de um torneio no qual ergueu o trofeu na edição transacta, derrotando Fernando Verdasco numa final desapontante, tal foi o seu sentido unilateral. Se não contarmos com os dois embates disputados na Taça Davis (onde derrotou folgadamente Marin Cilic e Ivo Karlovic), o argentino chegará a Portugal sem ter jogado qualquer torneio de terra batida este ano, o que lhe poderá dar alguns problemas na adaptação ao ritmo de jogo imposto pela superfície. Tem feito uma excelente temporada e é uma constante nas últimas eliminatórias dos torneios em que disputa. O seu serviço é conhecido (e temido) e a sua direita fulminante quando jogada com profundidade é quase imparável. O pó-de-tijolo não é a sua melhor superfície de jogo (apenas 3 de entre os 10 títulos conquistados), no entanto o “cabeça-de-cartaz” desta edição tem boas chances de revalidar o seu título.
Quadro: Juan Martin Del Potro, fazendo parte do lote dos quatro primeiro cabeças-de-série, ficará isento de jogar a primeira ronda do torneio. Defrontará na segunda ronda o vencedor do embate 100% luso que opõe Pedro Sousa a Rui Machado, o que implica a possibilidade de o argentino repetir o encontro de 2011 frente ao único jogador que lhe havia “roubado” um set rumo ao título, ou então de enfrentar o atual melhor jogador nacional, que recentemente atingiu a final no Challenger de Roma.
Já nos quartos-de-final poderá ter encontro marcado com o Albert Montañes. O vencedor de 2010 e 2009 é um jogador muito perigoso sobre a terra-batida (tendo conquistado em toda a sua carreira 5 títulos ATP em 10 finais sobre tal piso) e que, jogando ao seu melhor nível, poderá causar problemas ao atual campeão.
Na meia-final o sul-americano poderá medir forças com Stanislas Wawrinka, 3º pré-designado, mas que apesar do mano-a-mano (2-2, sendo que Del Potro ganhou 2 dos 3 encontro sobre a terra batida) o vencedor do US Open deverá ultrapassar sem grandes ameaças, apesar de por vezes o suíço se sobressair com as suas pancadas na superfície do Jamor.
Para completar, Del Potro, tem um quadro bastante acessível, pois apesar de ter Robin Haase, Wawrinka e Montañes na sua metade, são grandes as possibilidades de atingir novamente a final no próximo domingo.
Richard Gasquet: Com a retirada de Gael Monfis (por lesão), outro francês ocupou o posto de 2º cabeça-de-série. Tal como Del Potro, também Gasquet pisará a terra batida do Jamor sem qualquer torneio disputado em tal superfície mas, e apesar de não ser o seu piso de eleição, revelando no entanto um bom desempenho em todos eles, possui mesmo assim um melhor desempenho quando comparado ao argentino (apesar de ter apenas 1 título, disputou 5 finais). O finalista de 2007 possuí, tanto na sua direita como na sua esquerda, uma técnica fantástica com movimentos bastante raros que irão certamente impressionar o público do Jamor, tendo a esquerda a uma mão como a sua arma mais letal.
Quadro: De entre as principais figuras, Richard Gasquet do mundo é aquele com algumas ameaças na sua metade. Enfrentará muito possivelmente Lorenzi na 2º ronda, um italiano que se tem destacado principalmente no circuito Challenger com 4 finais atingidas só este ano, e que poderá levar o ex-nº7 mundial á procura de algumas soluções mais complexas.
Caso vença, não terá grandes problemas até ás meias-finais, onde poderá enfrentar um Albert Ramos experiente no pó-de-tijolo, que atingiu recentemente a final no ATP 250 de Casablanca. Um confronto entre os principais cabeças-de-cartaz do torneio é um cenário bem possível, mas depende principalmente das exibições de Gasquet.
Stanislas Wawrinka: O suíço irá jogar pela primeira vez em Portugal, mas é seguramente um dos candidatos a erguer o troféu no Domingo. De entre os melhores jogadores em prova, Wawrinka é daqueles que mais tem apostado nos torneios de terra batida este ano. Nos 6 torneios que jogou, metade foram disputados sobre tal superfície, e onde o atual nº22 conta com duas meias-finais e os quartos-de-final em Monte-Carlo (onde curiosamente perdeu em todos os torneios para jogadores espanhóis, ditos “experts” neste tipo de courts). Tem, em toda a sua carreira, 2 títulos (de um total de 3) em 4 finais atingidas, o que lhe dá uma confiança acrescida para jogar no pó-de-tijolo, sendo portanto um jogador perigosíssimo. Possui um bom equilíbrio entre a sua direita e esquerda a uma mão, mas essa qualidade não se reflete no serviço, podendo-lhe criar alguns problemas quando do outro lado do court está um oponente com uma boa resposta ao serviço.
Quadro: Wawrinka poderá encontrar na nos quartos-de-final do torneio jogadores perigosos como Simone Bolelli, Igor Andreev ou Robin Haase, de modo que as meias-finais não serão nada fáceis de atingir. É teoricamente um os 4 cabeças-de-série com a menor probabilidade de atngir as meias-finais, sendo que é dos que terá um quadro teoricamente mais complicado. No entento, os problemas no serviço de Wawrinka são tão significativos quando o piso é a terra batida, não fosse o ex-nº9 mundial um jogador para ter em atenção em tal superfície, e por isso poderá deixar boa imagem nesta 23º edição do torneio.
Análise geral ao Quadro:
Existe alguns jogos bastante aliciantes que farão valer a pena ir ao Complexo do Jamor nos primeiros dias da semana. Ficou ditado um confronto entre Matthew Ebden e o bi-campeão Albert Montañes, e ainda que o espanhol poderá levar uma ligeira vantagem devido às condições do court, o serviço e a direita do australiano poderão definir encontro de maneira diferente.
Outro jogo a ter em atenção é aquele que opõe Robin Haase e Simone Bolelli. Haase vem de Monte-Carlo com algumas vitórias impressionantes e onde atingiu os quartos-de-final, mas irá na primeira ronda enfrentar o italiano que chega a Portugal com um título arrecadado no recente Challenger de Florianópolis, com resultados bastante satisfatório sobre a terra batida ao longo da carreira e com algumas armas no seu arsenal de pancadas que poderão mandar o 6º cabeça-de-série mais cedo para casa. Quem quer que vença irá muito provavelmente enfrentar na ronda seguinte outra dor de cabeça: Igor Andreev, que é também um jogador que poderá furar o quadro principal com algumas surpresas. Enfrentará na primeira ronda um jogador oriundo do quadro de qualificação, e a sua direita fulgurante levam-no a pensar que, pela sua posição no quadro, tem tal como Bolelli uma boa possibilidade de atingir os oitavos-de-final da prova.
Juan Martin Del Potro deverá passar as rondas sem problemas até á meia-final, ficando portanto um “ponto de interrogação” de quem será o seu oponente na penúltima eliminatória do torneio.
A segunda metade do quadro é teoricamente mais fraca. Denis Istomin deverá passar á 2º ronda sem problemas mas ficará em aberto a possibilidade de uma derrota antecipada frente a João Sousa ou Gastão Elias, a jogar diante do seu público.
Já Albert Ramos tem vindo a jogar ténis de qualidade e deverá ser uma presença nas meias-finais sem grandes dificuldades.
Os “da casa”
Frederico Gil foi o jogador escolhido para ajudar na realização do sorteio, e a mão de um português parece ter sido evidente. Isto porque pela primeira vez haverá dois duelos 100% lusos na ronda inicial do torneio. Rui Machado enfrentará, como já foi dito, Pedro Sousa para definir o oponente de Juan Martin Del Potro na ronda seguinte. Já o outro confronto opõe uma reedição do encontro relativo à primeira ronda de 2011, entre João Sousa e Gastão Elias, sendo que este último recebeu um convite instantes antes do sorteio (o tal convite que tentou ser atribuido a um jogador “Radical”, como o seu site de ténis perspectivou). Em 2011, João Sousa saiu vencido num encontro em que Gastão Elias foi forçado a retirar-se quando foi bombardeado por caibras. Este ano o vencedor defrontará no 2º ronda Paul-Henri Mathieu ou Denis Istomin, 5º pré designado. Já Frederico Gil ditou a sua própria sorte e terá o nº89 do mundo Bjorn Phau como primeiro oponente. A 2º ronda é, portanto, uma realidade bem possível. Será difícil ver-mos portugueses nos quartos-de-final, mas quer João Sousa quer Gastão Elias estão a fazer temporadas muito boas, de modo que quem passar á próxima ronda dará tudo para levar as cores de Portugal o mais longe possível no torneio.
Da nossa parte resta deixar a promessa de que acompanharemos a par e passo toda a ação do Estoril Open, com toda uma equipa focada no que se passara ao longo da semana no Complexo do Jamor. Recomenda-mos também a que adquira um bilhete e veja os jogadores mais de perto, assistindo a um ténis de qualidade bem perto de si. Boa semana e bons jogos!
Autor: Morais, Zézé
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