Lições de Ténis
(8 registos encontrados)
2012-02-08
O Stress em jovens jogadores
Os pais e treinadores estão entre os fatores desencadeantes de stress mais habituais na infância.
• A principal consequência é o abandono da atividade desportiva.
• A melhor politica de atuação para detetar esta situação é estarmos atentos a mudanças
no comportamento ou estado emocional da criança
Autor: Centeno, Pedro
2010-02-22
A participação do tronco no ténis
O tronco é uma zona do corpo fundamental no ténis em geral, e mais especificamente no ténis de alta-competição. É nele que têm origem as grandes massas musculares que vão provocar os diversos movimentos nos membros, de modo a gerar potência e eficácia nos movimentos técnicos, nomeadamente todos os movimentos que tentem vencer a inércia dos respectivos segmentos. Um tronco bem trabalhado em termos musculares (força, resistência e flexibilidade) nos seus diversos aspectos, diminui em larga escala a probabilidade de ocorrência de lesões no atleta, aumentando consideravelmente o rendimento.
Autor: Coutinho, César
2009-03-08
Ténis Juvenil de Competição 2ª parte (Ocidente vs Leste) - Pedro Bívar
Avançava agora para o 2º ponto da exposição em que analisava em que medida esta especialização precoce no ténis, que aparentemente é levada até às últimas consequências nos ex Países de Leste, os beneficiou em relação ao confronto com os países Ocidentais.
Autor: Bívar, Pedro
2009-02-13
Ténis Juvenil de Competição 1ª parte - Pedro Bívar
Aproveitamos o nosso espaço de "Lições de Ténis" para apresentar ao grande público um excelente trabalho de Pedro Bívar sobre a idade em que a verdadeira aposta no ténis deve acontecer.
Este trabalho será divido e apresentado em duas partes, esta primeira tem como principal assunto as idades e o ser ou não demasiado novo para começar, a 2ª parte é uma comparação entre a Europa Ocidental e Europa de Leste que principalmente no ténis feminino apresenta jogadoras de alto nivel cada vez mais novas.
Esperamos que este estudo ajude ao debate que promovemos no nosso site sobre a profissionalização de mais jogadores em Portugal e das condições requeridas para tal.
Autor: Bívar, Pedro
2008-04-03
Detecção de talentos
Este artigo é um resumo da Apresentação do Frank Slezak no simpósio europeu de treinadores 2006. Esta foi uma das apresentações que mais me chamou a atenção em todo o simpósio. O Frank é um dos treinadores mais experientes e reconhecidos da Europa, sendo actualmente o director técnico da Republica Checa e um dos treinadores ITF responsáveis pelas equipas de sub 16, estando por vezes com os sub18. É um dos habituais treinadores presentes há muitos anos nos melhores torneios internacionais destes dois escalões.
Autor: Coutinho, César
2008-02-26
A resistência intermitente
Durante o último Simpósio Mundial de Treinadores, realizado no final de Outubro de 2007 no Paraguai, houve uma apresentação que gerou bastante controvérsia, e que trouxe algo de novo para a modalidade. Essa apresentação esteve a cargo de Horacio Alselmi, um especialista Argentino em Treino e Preparação física, que trabalhou com nomes como Gaston Gaudio, Juan Martin del Potro, Nicolas Massu, Guilhermo Coria e David Nalbandian.
Autor: Coutinho, César
2008-01-13
A lateralidade
Os lados dominantes do nosso corpo e a maneira como se reflectem no nosso ténis.
Autor: Coutinho, César
2007-11-29
A Coordenação no Ténis
A coordenação representa um papel fundamental no desenvolvimento dos batimentos no ténis e no ganho de potência.
Quando falamos de movimentos de potência num atleta de competição, estes começam nos apoios e nas respectivas pernas. O movimento de flexão/extensão de pernas, é de extrema importância para o ganho de velocidade em qualquer movimento de potência que tem como extremidade os membros superiores.
A extensão das pernas, quando bem coordenada dentro do movimento, inicia uma aceleração que se irá propagar ao longo do corpo na seguinte sequência: Joelhos – cintura pélvica – estrutura abdominal – cintura escapular – e finalmente, o braço, seguido da raquete (no caso do ténis). Encontra-mos este mesmo padrão de execução em outros movimentos de lançamento em outras modalidades, apesar de haverem sempre ligeiras diferenças, características da especificidade de cada modalidade. Veja-se exemplos de execuções em outras modalidades, tais como o lançamento do dardo ou o remate de andebol...
Quando falamos de movimentos de potência no ténis estamos basicamente a falar da direita e a esquerda batidas em topspin, e do serviço/smash. O slice também pode ser considerado de potência devido à amplitude do braço dominante, no entanto a sua estratégia é muito mais linear. O movimento de flexão/extensão de pernas desempenha um papel tão mais importante quanto maior for a componente angular do movimento, ou seja, no caso da nossa modalidade, quanto mais aberta for a posição de batimento (posição aberta ou semi-aberta – “openstance” ou “semi-openstance”).Este movimento é extremamente importante nas execuções técnicas acima referidas visto que irá aumentar o pré-alongamento de todos os músculos agonistas do movimento em causa, ou seja, os músculos da parte anterior do tronco se estivermos a falar da direita ou do serviço, ou os músculos da parte posterior do tronco, tratando-se de uma esquerda.
No caso específico do serviço, podemos aumentar a potência do movimento de rotação interna do braço em cerca de 20% se executarmos uma extensão de pernas eficiente (Besier et al, 1999), sabendo que este movimento é um dos principais responsáveis pela velocidade de bola de um serviço de alto nível (Sprigings et al., 1994; Bahamonde, 1998). A amplitude do movimento de flexão/extensão de pernas dentro de parâmetros correctos, associada a uma velocidade elevada de extensão das mesmas, irá provocar também um ponto de batimento mais alto no serviço (Elliott & Wood, 1983; Marshall & Elliott, 1999).O grau óptimo de flexão de pernas, varia de pessoa para pessoa, no entanto, deve estar perto da amplitude em que o mesmo atleta atinge valores superiores de força, o que ronda os 110 graus de amplitude interna do joelho. Este grau de flexão faz com que a potência de saída seja optimizada, potenciando os factores referidos anteriormente.
Para que haja um real aproveitamento dos factores relacionados com os membros inferiores, tem que haver uma ligação entre os membros inferiores e os membros superiores que suportam a raquete. Aqui, a estrutura abdominal e a coordenação têm um papel determinante! É preciso perceber se a flexão/extensão das pernas está ou não ligada com o tronco e membros superiores de uma forma sequencial, caso contrário, a energia gerada em baixo não terá consequências em cima. Outro factor determinante é a força existente ao nível abdominal. Esta tem de provocar uma estabilização adequada da bacia de modo a podermos transferir energia, no entanto, os músculos mais superficiais têm de ser trabalhados de uma forma dinâmica de modo a serem o mais explosivos possível durante uma execução de um movimento, quando se pretende que este seja explosivo.
Assim, o trabalho nesta zona deve-se basear num trabalho de estabilização (core stability) para os músculos profundos, e um trabalho explosivo para os músculos superficiais, de modo a tirarmos o maior rendimento dos padrões técnicos do atleta, se estes estiverem correctamente desenvolvidos.Para que os factores acima mencionados funcionem em harmonia, é necessário que o atleta esteja sempre em equilíbrio, razão pela qual a base (afastamento das pernas) é fundamental em todos os batimentos, principalmente quando falamos dos batimentos de fundo do court, tais como a direita e a esquerda.
Se tem alguma dúvida ou questão que queira colocar por favor envie email para ccoutinho@bolamarela.com
Autor: Coutinho, César



